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LFS Saúde & Bem-estar: Hábitos de vida influenciam no risco de câncer colorretal, alertam especialistas - créditos CNN

LFS Saúde & Bem-Estar -  

Hábitos de vida influenciam no risco de câncer colorretal, alertam especialistas - 

Créditos CNN.


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CNN Sinais Vitais

Hábitos de vida influenciam no risco de câncer colorretal, alertam especialistas

Novidades no tratamento e importância do diagnóstico precoce são temas do “CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista”, que vai ao ar no sábado (31), às 19h30, na CNN Brasil

Gabriela Maraccinida CNN

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A incidência do câncer colorretal vem crescendo em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), essa é a segunda causa de mortes relacionadas ao câncer globalmente, com quase 2 milhões de novos casos por ano. No “CNN Sinais Vitais – Dr. Roberto Kalil” deste sábado (31), especialistas falaram sobre fatores de risco, novos tratamentos e como prevenir a doença.

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No programa, Dr. Roberto Kalil recebe a oncologista clínica Fernanda Capareli, do Hospital Sírio-Libanês, que fala sobre como o estilo de vida pode impactar no risco de desenvolver câncer colorretal.

“A nossa população tem tido uma incidência de obesidade cada vez maior, sedentarismo, alimentos ultraprocessados, menos consumo de fibras, verduras… Isso acaba interferindo não só no risco cardiovascular, que é algo que é dito há muito tempo, mas também aumenta a incidência de alguns tumores, entre ele os tumores colorretais”, afirma a especialista.

“A alimentação — comida ultraprocessada, carne vermelha — muda a flora intestinal, que é o que a gente chama de microbiota intestinal, leva a um desbalanço da flora intestinal, propiciando que essas bactérias causem um ambiente mais inflamatório”, acrescenta.

Além de Capareli, Kalil recebe também Raul Cutait, cirurgião do Hospital Sírio-Libanês, que ressalta o avanço nos tratamentos da doença. “Uma coisa que evoluiu muito nos últimos anos é o tratamento das metástases. Até uns 20 anos atrás, quem tinha metástase no fígado, no pulmão, a chance de cura era pequena. Hoje, você consegue prolongar a sobrevida e, muitas vezes, inclusive, curar através de cirurgias das metástases”, afirma.

No papo, os especialistas discutem sobre o desenvolvimento de uma vacina contra o câncer, que pode estar disponível até 2030 para pacientes com reincidência da doença. “Diferente das vacinas que a gente tem para doença infecciosa, vacina para câncer, que é uma doença muito mais complexa, a gente tem que pegar uma partícula do tumor do indivíduo, desenvolver uma vacina para ele, para o sistema imunológico dele criar anticorpos e conseguir ser vigilante para eventual célula que venha a recair no organismo”, explica Capareli.

Diagnóstico precoce é fundamental para combater câncer colorretal

Os especialistas explicam que o câncer colorretal é uma doença de crescimento lento. “Entre formar um pólipo, que é uma lesão benigna – porém com alta chance de transformação – e diagnosticar um tumor invasivo instalado, esse tempo gira em torno de cinco a dez anos. Então, dá muito tempo de fazer diagnóstico precoce”, diz Capareli.

Uma das principais formas de detectar precocemente o tumor é a colonoscopia, um exame que avalia o intestino grosso e a parte final do intestino delgado. Em pessoas sem sintomas intestinais, ele é indicado para o rastreamento do câncer colorretal a partir dos 45 anos, indicado a repetição do exame a cada 10 anos.

Em pessoas que têm histórico familiar da doença, a recomendação é que o exame comece a ser feito dez anos antes da idade em que o familiar foi diagnosticado com a doença. Porém, ambos os especialistas alertam: exames de sangue, que podem detectar marcadores tumorais, não podem ser usados para diagnóstico.

Segundo Cutait, um dos mais importantes marcadores tumorais é o CEA (antígeno carcinoembrionário), que apresenta taxas mais elevadas no sangue em caso de presença de tumor. “Ele normalmente se eleva, mas um dado fundamental é que nem sempre ele se eleva. Quando isso acontece, em termos de prognóstico e de procurar a doença metastática, ele tem a sua importância”, explica.

Prevenção primária

Estar alerta aos fatores de risco é parte do que os médicos chamam de prevenção primária. Entre as medidas estão evitar obesidade e sedentarismo e ter uma alimentação saudável. Além disso, é importante conhecer o histórico familiar.

Pacientes com um parente de primeiro grau, que já teve a doença, têm uma chance até duas vezes maior de desenvolver tumores também. “Isso inclusive vai interferir na idade de início do rastreio, da colonoscopia”, alerta Capareli.

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